Morangos Silvestres, 1957, escrito e dirigido por Ingmar Bergman
A trama minimalista mantém boa parte das características da trama clássica, mas as causas externas de conflito são reduzidas. O foco está no conflito interno dos personagens. O protagonista tende a ser passivo, não são as decisões dele que impulsionam a trama, ele é apenas levado pela situação. E o final da trama minimalista geralmente fica em aberto. O filme Morangos Silvestres, de 1957, escrito e dirigido por Ingmar Bergman é o exemplo perfeito de minitrama.
Com a câmera parada, pessoas e objetos mudam de posição, tanto lateralmente quanto afastando-se ou aproximando-se da câmera (ou numa combinação dessas duas possibilidades). É comum que uma pessoa não esteja dentro do quadro quando a câmera é ligada e entre depois, ou que saia do quadro durante a tomada. Chamamos esses movimentos com os singelos termos ENTRAR EM QUADRO e SAIR DE QUADRO.
Muitos filmes fizeram sucesso ao longo da história do cinema pela fotografia apurada. Um deles, sem dúvida, foi "A Noite", filme de 1960 dirigido do diretor Michelangelo Antonioni. A trama do filme decorre em uma única noite. Giovanni, interpretado por Marcello Mastroianni e Lídia, interpretada por Jeanne Mureau, vão a uma festa da alta sociedade milanesa, onde Giovanni, celebrado escritor, possui diversos admiradores.
O longa metragem Aurora, uma produção de F.W. Murnau, de 1927, é considerado por muitos cineastas como um grande exemplo de produção cinematográfica de qualidade. Embora o filme não tenha sido sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, certamente é um exemplo real de qualidade em produção audiovisual.
Roteirista e documentarista. Formada em Comunicação Social - Radialismo: Produção em Mídia Audiovisual pela Universidade de Santa Cruz do Sul. Dirigiu, produziu e roteirizou o curta-metragem documental "Artesão do Som", disponível no catálogo do portal Curta o Curta e participou da produção da websérie Paralelo.